Fintechs como Blockchain e investimentos baseados em inteligência artificial estão em alta e você precisa saber disso.

Há quem diga que os bancos, como conhecemos, estão com os dias contados se não mudarem de vez o seu sistema de transparência, que é justamente o que o novo mercado financeiro, baseado nas criptomoedas propõe.

Portanto, é sobre essa futura mudança que falaremos neste artigo.

Fintechs e startups prometem desburocratizar o sistema

Fintechs são startups que surgiram com o intuito de inovar profundamente o mercado de serviços financeiros.

Através delas, os usuários contam com soluções mais acessíveis e revolucionárias na hora de lidar com o dinheiro.

Aliás, facilidade e transparência é tudo o que o usuário deseja em meio à tanta burocracia na área econômica.

O crescimento desses modelos é tão vertiginoso que, inegavelmente, as criptomoedas estão inseridas nesse contexto.

Sistema descentralizado ganha cada vez mais força

Ao tempo em que a inteligência artificial vem subindo patamares cada vez maiores no mercado de trabalho, acontece o mesmo com as moedas virtuais.

Afinal, as criptomoedas lideradas pelo Bitcoin têm apostas cada vez mais assertivas de que, no futuro, serão as grandes substitutas do dinheiro físico.

Durante uma conferência organizada pelo Bank of Englanda diretora-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Cristine Lagarde, afirmou enxergar um enorme potencial para as criptomoedas.

Lagarde tem fé num crescimento exponencial nessa forma completamente nova de lidar com o dinheiro.

A executiva diz que pode não ser sábio descartar as moedas virtuais.

Segundo ela, no futuro, os cidadãos podem acabar preferindo essa forma de dinheiro.

Lagarde também lembrou que é normal essa espécie de rejeição àquilo que é novo, principalmente no caso de mudanças drásticas em algo tão antigo como o dinheiro.

Sobre a ameaça do Bitcoin aos bancos, ela destacou quatro fatores que tornam as criptomoedas uma ameaça real para a indústria financeira.

A volatilidade, a capacidade e intensidade em energia, tecnologia não-escaláveis e ainda sem total transparência para os reguladores.

Ex-CEO da Barclays diz que bancos no futuro talvez não existam mais

Assim como Lagarde, Antony Jenkins cita que os bancos passarão por um “Momento Kodak”, ou seja, se tornarão irrelevantes.

Contudo, se eles não se adequarem ao novo ritmo que as criptomoedas estão propondo.

Ele afirmou que à medida que as tecnologias se desenvolvem, diferentes formas de fazer operações são criadas.

Entretanto, mesmo se as instituições se adequarem, vão ter que passar por um processo longo de inovação.

Sobre a tecnologia que permitiu o crescimento das moedas virtuais – a blockchain, foi categórico:

“Agora veremos a possibilidade, e não a probabilidade, do que chamamos de momento Kodak, conforme cada vez mais bancos tornam-se irrelevantes para seus clientes. Para evitarem isso, tem que agir pensando na inovação e, sobretudo, na transformação”.

O ex-CEO acrescentou que as criptomoedas como o bitcoin e as Fintechs são o início de uma nova era.

 

 

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